Sou um pouco mais velha que você, mas
não muito (pode ter certeza). Não me imagine uma tia, hein?! Tô fora! Digamos
que eu possa ser sua irmã mais velha (mas não tão chata quanto ela... hehe).
Por isso, já tenho histórias para contar. Algumas ótimas, outras nem tanto.
Explico: num dia desses, enquanto arrumava minhas coisas, eu encontrei uma
caixa com agendas de alguns anos atrás. Nada velho, mas antigo o suficiente
para bater aquela saudade, dar aquele aperto no coração.
Foi impossível não mergulhar naquele monte de papel e fazer uma viagem ao passado, comigo mesma e com a minha história.
Não sei se você também é assim, mas eu tinha uma preguiça danada de escrever sobre meu dia, de relatar todos os sentimentos e as memórias, principalmente quando rolava uma coisa triste. Mas mesmo assim, insistia. Agora, posso dizer que insistir foi a melhor coisa que fiz.
Nessa viagem ao passado, reencontrei casos e detalhes dos quais não me lembrava, porém, agora, vejo que cada um – por mais banal que tenha sido – foi fundamental para a construção da minha personalidade.
Rolou uma lágrima de saudade ao ler sobre minhas aventuras com as amigas, meu primeiro beijo, o começo de meu primeiro namoro. Aliás, tal assunto está presente em pelo menos três agendas, ou melhor, três anos da minha vida: a época da paixão não correspondida, o momento que começamos a namorar e o fim do namoro...
Você não acredita o quanto chorei naquela época. Então, relendo tudo aquilo, eu comecei a perceber que, hoje um pouco mais velha e com outra opinião, tudo faz sentido.
Fui uma péssima namorada, assim ele também não foi o cara exemplar. Mesmo nos esforçando para certo (e nos gostando muito), ainda havia muito a viver.
E foi o que aconteceu. Ele foi para um lado, e eu, em pedaços para outro. Tive outros rolos, mas às vezes me perguntava onde ele estaria. A saudade era enorme, mas um dia eu resolvi apagar esse sentimento e viver minha vida, me permitir à felicidade. Mudei de escola, conheci gente nova e me diverti muito. Muito mesmo! Estava sempre cercada de amigas, dançando, fazendo e acontecendo.
Até que, sem planejar, a vida deu aquela zoadinha com o destino. Nós nos reencontramos. Sim. Ele mesmo. O cara que tem mais páginas na minha agenda do que exercícios de matemática do meu caderno. Meu coração quase saiu pela boca quando ele falou “oi”. Engatamos uma conversa rápida, e ele pediu meu MSN e meu Nick no Orkut. O resto é história.
Enquanto escrevo esta coluna, ele está, ao meu lado, jogando videogame. Estamos juntos há um ano, vivendo uma fase maravilhosa. Ao reler essas agendas e relembrar tudo o que passamos juntos (e separados), eu compreendi que, por mais maluca que seja a vida, mesmo com a sensação de que “nada dará certo” e que no fundo do poço se aproxima a cada minuto, no final tudo acaba bem.
Foi impossível não mergulhar naquele monte de papel e fazer uma viagem ao passado, comigo mesma e com a minha história.
Não sei se você também é assim, mas eu tinha uma preguiça danada de escrever sobre meu dia, de relatar todos os sentimentos e as memórias, principalmente quando rolava uma coisa triste. Mas mesmo assim, insistia. Agora, posso dizer que insistir foi a melhor coisa que fiz.
Nessa viagem ao passado, reencontrei casos e detalhes dos quais não me lembrava, porém, agora, vejo que cada um – por mais banal que tenha sido – foi fundamental para a construção da minha personalidade.
Rolou uma lágrima de saudade ao ler sobre minhas aventuras com as amigas, meu primeiro beijo, o começo de meu primeiro namoro. Aliás, tal assunto está presente em pelo menos três agendas, ou melhor, três anos da minha vida: a época da paixão não correspondida, o momento que começamos a namorar e o fim do namoro...
Você não acredita o quanto chorei naquela época. Então, relendo tudo aquilo, eu comecei a perceber que, hoje um pouco mais velha e com outra opinião, tudo faz sentido.
Fui uma péssima namorada, assim ele também não foi o cara exemplar. Mesmo nos esforçando para certo (e nos gostando muito), ainda havia muito a viver.
E foi o que aconteceu. Ele foi para um lado, e eu, em pedaços para outro. Tive outros rolos, mas às vezes me perguntava onde ele estaria. A saudade era enorme, mas um dia eu resolvi apagar esse sentimento e viver minha vida, me permitir à felicidade. Mudei de escola, conheci gente nova e me diverti muito. Muito mesmo! Estava sempre cercada de amigas, dançando, fazendo e acontecendo.
Até que, sem planejar, a vida deu aquela zoadinha com o destino. Nós nos reencontramos. Sim. Ele mesmo. O cara que tem mais páginas na minha agenda do que exercícios de matemática do meu caderno. Meu coração quase saiu pela boca quando ele falou “oi”. Engatamos uma conversa rápida, e ele pediu meu MSN e meu Nick no Orkut. O resto é história.
Enquanto escrevo esta coluna, ele está, ao meu lado, jogando videogame. Estamos juntos há um ano, vivendo uma fase maravilhosa. Ao reler essas agendas e relembrar tudo o que passamos juntos (e separados), eu compreendi que, por mais maluca que seja a vida, mesmo com a sensação de que “nada dará certo” e que no fundo do poço se aproxima a cada minuto, no final tudo acaba bem.
A Ana não acredita em horóscopo, em numerologia e nem em tarô. Para ela cada um é responsável pelo próprio futuro.
Da mesma forma que Ana encontrou suas agendas, eu encontrei uma folha no meio de tantas recordações minhas com esse texto, não sei de que ano, não sei de qual edição, a única coisa que sei é era a última página de uma revista e de que desde mais ou menos 2006 eu tenho esse texto guardo e sou extremamente apaixonada, por isso resolvi compartilhar com vocês, e fala sério gente, não é lindo? Gostaria muito de saber que é essa Ana que de uma forma simples me conquista toda vez que leio esse texto ♥ será que ela e o cara que tinha mais folhas nas suas agendas do que exercícios de matemática em seu caderno, ainda estão juntos? Eu espero que sim! <3






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